Olá.
Tudo?
Tudo!
Recebi há pouco, das mãos virtuais da minha ultra amiga Vanessa, o mais comovente trio de gosmas do Brasil e arredores. Se há cores que deixam aqui a bebé a suspirar de amor, são os amarelinhos e azuizinhos pastel.... todos os tons pastel, aliás, se me engordam a fofinhisse como se de um pastel de nata se tratasse.
Como não podia deixar de ser, desta biga romana puxada por três cavalos de gosma, escolhi o amarelo para ser o lider desta (opá, Marta Maria.... e agora? Qual é o substantivo colectivo de "cavalos"?) tropa (obrigada, Google, ufa).
Não vai de modas, 771 na veia.
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| Guga - 771 |
Pausa para explicação e dissertação sobre um tema (sei que vcs adoram):
A explicação é que vcs que seguem os meus posts com certa atenção (são poucas, mas boas) já terão notado certamente que, ou eu tenho ADN alienígena, ou então que a minha publicação não segue uma ordem cronológica ao teste das gosmas. E isto porquê? Porque hoje a unhaca está grande, amanhã está no talo, depois de amanhã está grande outra vez, depois média, depois grande, depois curta, e por aí vai.
Realmente é isso. O facto de eu estar a postar a gosma HOJE não quer dizer que não a tenha usado no ano passado e só hoje tenha pegado nisto para publicar. A minha ordem de publicação tem mecanismos físicos e mentais que vos deixariam perplexas.
Isso foi a explicação, agora a dissertação:
Eu sou pessoa que sou mulher, e sou pessoa que tem unhas. Além de as ter, aprecio deveras colorir as ditas e coiso e tal. E por isso sei dar valor ao trauma emocional que é quando uma delas se me lembra de falecer. É quase como perder um membro da família, se bem que um primo em quarto grau, de Trás-os-Montes, com quem a gente pouco ou nada teve contacto. No entanto, esta é a visão da bebé: por mais que custe sacrificar as sobreviventes, digam-me lá que sentido faz andar com uma unha curta e as outras grandes? Que até parece que uma pessoa tem um dedo deficiente...
Ou andar com uma unha de cada tamanho? E uma que desenha um triângulo isósceles, ou escaleno, consoante a parte que se falhou e que se andou para ali a limar até se ficar com uma aberração angulosa na ponta dos dedos? É CORTAR ISSO TUDO, PESSOAS! Depois cresce tudo por igual!
De que vale andar com a mão TODA feia só para não cortar esses pedaços de pelos mortos queratinizados?? Não percebo!
Não percebo até porque não há nada de errado e nem de feio em se ter a unha curta. O que é feio é ter-se a unha suja, maltratada, com feridas e peles e crostas e tudo torto e roído e esgadanhado e... arghh.... pausa para retirar esta imagem do meu cérebro!
Agora uma unha limpinha, fofinha, curta e tratadinha? Maravilha!
Com isto explico que a minha unha do anelar fez um hara kiri e eu, qual Kali dos corta-unhas, sacrifiquei todas as outras à divindade do sabugo.
E com elas assim, fofinhamente curtas, toma lá estas três camadas de um amarelo tão, mas tão, mas tão deliciosamente delicado e juvenil que estou para ver quem é fariseu ao ponto de não ver nestes tocos a mesma beleza, ou mais, do que vê em longas garras mortais.