Tudo?
Tudo!
Como é óbvio eu não podia ser a excessão à regra das bebés que ficaram malucas quando souberam da existência deste clone fantástico do já mítico Peridot da Chanel.
Aliás, principalmente não eu, a porca vendida por Chanel.
Quando vi as novas propostas da Catrice, há algum tempo atrás, este foi aquele que prometi a mim mesma que seria o primeiro a ser abarbatado. Meu dito meu feito, mal o vi arrebanheio-o e trouxe-o até à caixa de pagamentos albergado entre meus generosos seios.
Ok, sei que não havia necessidade para tanto, mas nunca fiando. Sei dizer que o comprei, fiquei horas a olhar para ele, em puro êxtase, e depois o meti na caixa de "gosmas a serem usadas futuramente" de onde só saiu quatro meses depois. Gajas!
Realmente ele é um perfeito clone do Peridot. Um duochrome que alterna entre um ouro velho acobreado e uma cena verdoenga, meio peidola de varejeira. Quando só o Peridot ele mesmo exibia esta tonalidade era super féxium. Agora que se pode obter o mesmo efeito sem gastar os 20 e tal dinheiros que a Chanel exige para nos dar alegria, há que convir que ah e tal é fofo, mas nada de cabuuum.
A parte má desta gosma (mais uma vez clonando a própria Chanel), é que no frasco parece ser uma coisa de tirar as cuecas pela cabeça de tão sublime, mas não. Ahhh, como o duochrome no frasco é evidente e babatóriamente lindo! Ah, que efeito de mancha de óleo em água que nos dá vontade de chorar de amor ao segurar neste vidro. Tudo coisas que simplesmente vão para o catano mal a dita baba é aplicada nas unhas. Nas unhas o que acontece é o seguinte: mão num certo ângulo = gosma dourada, mão em outro ângulo = gosma verde. E já gozas.
Atenção, não deixa de ser lindo e tal, mas não necessitamos internamento para recuperar do choque cerebral que a beleza do animal nos dá. Três camadas, boa secagem, boa aplicação e sim, fica bonitinho na unha.
Deve ser porque a gosma no vidro é tão espampanantemente WOW que nos faz abrir a carteira e dizer "sirvam-se" aos vendedores da Wells, sendo que na verdade é meio blhéc in real life, que ele recebeu o seu nome de baptismo. Genius in the Bottle. Mais uma vez um trocadalho do carilho na qual a Catrice é um rival à altura para malucos como a OPI.
A malta aqui conhece o génio da lâmpada, da história do Aladino certo? Para nós génio é génio. Seja um badocha abichanado que sái a esfumaçar-se todo de dentro de uma lamparina quando é rudemente esfregada por um macho nas cavernas, ou um semi autista que sabe quantos números ao certo são um gogol ou como se processa a divisão celular em batráquios. Já para os nossos amigos ingleses/americanos, uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa. A bichona que concede três desejos é um Genie, e o esgadelhado que nos diz que E=mc 2é um Genius. A visão da Catrice para esta gosma acho que passará por algo tipo isto:
Também não deixa de ser de génio.











